Governo do Distrito Federal
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22/09/15 às 18h20 - Atualizado em 7/11/18 às 16h43

Diferença nos valores das passagens é temporária

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Para não prejudicar aqueles que adquiriram créditos nos cartões de vale transporte antes do reajuste das tarifas, o governo decidiu mantê-las mais baratas até 20 de outubro. Esse é o período de transição para adequações no sistema. Mas, os valores cobrados só valem se os créditos terminarem dentro desse prazo. Um exemplo: aqueles que abasteceram o cartão até 20 de setembro estão pagando R$ 2,67 pela viagem inteira (R$ 1,50 ou R$ 2 no primeiro trajeto e R$ 1,17 ou R$ 0,67 no segundo).

Depois de 20 de outubro, os créditos que sobrarem vão continuar válidos, mas serão debitados de acordo com os novos preços – R$ 2,25 na primeira viagem e R$ 1,75 na segunda, totalizando R$ 4.

A necessidade de um ajuste transitório nos valores cobrados ocorre porque a regra do sistema de bilhetagem em Brasília é feita em porcentuais. A Secretaria de Mobilidade ilustra a situação com um exemplo: com a tarifa antiga de R$ 1,50, o passageiro pagava, no segundo ônibus, 100% do custo do primeiro, totalizando R$ 3. Com as tarifas novas, quem tem créditos antigos passa a pagar, no segundo trajeto, 77,78% do valor do primeiro: R$ 1,17.

Como o sistema que controla toda a bilhetagem de ônibus de Brasília permite a inclusão de apenas uma regra de integração, é preciso escolher qual porcentual aplicar — 77,78% ou 100%. Segundo o secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, não há como corrigir essa deficiência em curto prazo, por isso optou-se por aplicar o menor porcentual. “Nós escolhemos esse caminho para não onerar os passageiros além do reajuste que já foi aprovado”, ressaltou o secretário.

Agência Brasília / ASCOM SEMOB