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Maria da Penha ONLINE Governo do Distrito Federal
27/01/22 às 14h57 - Atualizado em 28/06/22 às 12h15

Número de usuários de bikes compartilhadas cresce mais de 150%

Sistema implantado na capital se expande e atrai cada vez mais usuários

 

As bicicletas compartilhadas voltaram a circular no Distrito Federal há três meses. E de acordo com dados da Tembici, empresa responsável pelo sistema, o número de adeptos teve um crescimento de 156% nesse período.

 

Para o secretário de transporte e mobilidade do Distrito Federal, Valter Casimiro, esse aumento mostra a boa aceitação do serviço na capital federal. “Os dados refletem a nossa expectativa, que é a tendência de crescimento na utilização das bicicletas. Estamos avançando na oferta de mais estações, para termos o sistema cada vez mais consolidado”, analisa.

 

Hoje, Brasília conta com 30 estações e 200 bicicletas e as estações com maiores índices de retiradas e devoluções estão localizadas no Parque da Cidade, 209 Norte e 406 Norte. Os locais das estações, que estão sendo instaladas de forma gradual, foram definidos levando em consideração critérios como proximidade à infraestrutura cicloviária, possibilidades de maior demanda e integração com o transporte coletivo, além do respeito às questões urbanísticas da cidade, como áreas e construções tombadas.

 

Sustentabilidade

 

O uso das bikes proporciona benefícios para a saúde do planeta. De acordo com uma ferramenta criada pela Tembici, que calcula e compara o gasto de todos os modais com base nas distâncias, somente em 2021, a emissão de mais de 6 mil toneladas de CO2 foram evitadas com as bicicletas da empresa. Se essa mesma quantidade tivesse sido dispensada na atmosfera, aproximadamente 43 mil árvores precisariam ser plantadas para promover o “equilíbrio” de contas, do ponto de vista ambiental. Em Brasília, apenas com três meses de funcionamento, já foram somadas cerca de 15 toneladas.

 

Para chegar nas emissões evitadas, calculam o quanto o usuário teria emitido caso tivesse feito o mesmo trajeto de carro, por exemplo. Para isso, utilizam a velocidade média da bike (10km/h) e do automóvel flex/gasolina como comparativo.

 

“Brasília conta com uma das maiores malhas cicloviárias do país com quase 600 quilômetros de estrutura. Precisamos começar a ter a percepção de que não é preciso tirar o carro da garagem para trajetos curtos do dia a dia. Caminhando, pedalando ou integrando com transporte público, contribuímos para cidades mais sustentáveis e eficientes, com redução de emissão de CO2 e congestionamento, além da economia financeira nos gastos mensais”, comenta Marcella Bordallo, gerente regional da Tembici.

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